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Fonte: Agrosoft, http://www.agrosoft.org.br/agropag/101721.htm
A conservação e uso sustentável da Biodiversidade não é um tema novo. A conferência de Estocolmo, realizada em 1972, foi a primeira a tratar do assunto. As Nações Unidas realizaram em 1973, a primeira sessão do Conselho Governamental para o estabelecimento de um Programa das Nações Unidas para o Meio-Ambiente (PNUMA). Nesta sessão, identificou-se a “conservação da natureza, da vida selvagem e dos recursos genéticos” como uma área prioritária.
A perda da biodiversidade levou à criação de um instrumento vinculativo legal, com objetivo de inverter essa situação, a Convenção sobre a Diversidade Biológica – CDB, conferência da Organização das Nações Unidas sobre o Meio-Ambiente e Desenvolvimento, a ECO 92, atualmente com 188 partes. Os objetivos da CDB foram: a conservação da diversidade biológica, o uso sustentável de suas partes constitutivas e a repartição justa e eqüitativa dos benefícios advindos do uso dos recursos genéticos. Read the rest of this entry »
PPBio amplia estrutura
4/8/2008
Agência FAPESP –
Criado em 2004 pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), o
Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio) está desenvolvendo um
sistema integrado de informação sobre biodiversidade, para facilitar a
gestão do patrimônio natural e fortalecer ações de pesquisas que apóiem
o desenvolvimento sustentável dos biomas brasileiros. Na Amazônia
Oriental, o programa é articulado pelo Museu Paraense Emílio Goeldi
(MPEG).
Por intermédio do MPEG, o Instituto de Pesquisas
Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá, a Universidade do Estado
do Maranhão, a Universidade do Estado de Mato Grosso e a Embrapa
Amazônia Oriental receberão este mês equipamentos de informática, GPS,
desumificadores de ar, medidores de oxigênio e PH, paquímetro,
dinamômetro, entre outros. Read the rest of this entry »
Apenas 30% das pesquisas sobre a Amazônia são produzidas no Brasil
AGÊNCIA CARTA MAIOR
O dado alarmante foi apresentado pelo pesquisador do Instituto de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Adalberto Luís Val, durante a 60ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, que terminou na última sexta-feira, em Campinas. A Amazônia ocupa quase 60% do território brasileiro e responde por 7,8% do Produto Interno Bruto do país. Mas os recursos em ciência e tecnologia para a região são apenas 2% do total nacional. Clarissa Pont
Apenas 30% das pesquisas sobre a Amazônia têm a participação de pelo menos um pesquisador com residência no Brasil. O dado foi apresentado durante a Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) por Adalberto Luís Val, do Instituto de Pesquisas da Amazônia (Inpa). “Se soberania hoje é informação, esse é o tamanho da soberania que temos sobre a região. Temos que fixar recursos humanos na Amazônia, o que vai proporcionar a retaguarda para uma ação na Amazônia confiável, justa, sustentável, que é o que precisamos”, disse o pesquisador. Read the rest of this entry »
Patrimônio Genético e Conhecimento Tradicional Associado têm se tornado temas de grande crescimento nos últimos anos, principalmente a partir de quando grandes empresas, principalmente do ramo de cosméticos, constituíram um portifólio de produtos com base em elementos extraídos da natureza. Mas não uma simples extração. O que efetivamente diferenciou esta extração foi haver um conhecimento popular sobre estas plantas e animais consolidado em remédios e preparados da cultura popular de populações particulares.
Este conhecimento vem possibilitando às empresas economizarem milhões de reais e anos (às vezes décadas) em pesquisas e testes de laboratório, constituindo-se num novo mercado. Mas não apenas isso, dezenas de comunidades locais vêm conseguindo presenciar uma elevação de suas rendas pelas relações comerciais estabelecidas com essas empresas, repercutindo em todas as feições locais de organização, organicidade dos grupos, valores, ideais e visões de futuro.
Até que ponto tais transformações são, ou serão, positivas ou negativas para esses grupos somente o tempo dirá. Várias correntes e concepções teóricas da economia, da sociologia e da psicologia tecem diferentes – e muitas vezes contraditórias – visões e entendimentos sobre essa nova realidade social sem haver ainda um eixo central de norteamento das discussões.
Neste blog, ora uma visão terá mais destaque, ora outra visão tomará a dianteira. Com isso, pretendemos ao longo de algum tempo ter transitado pelos vários pontos de vista acerca do tema, de forma a permitir aos leitores-participantes-contribuintes deste blog um entendimento ampliado do todo.
Boa estada!
